Sombra

[My name is Sombra]

Meus podres se expondo para eu vê na minha boca
Nos meus olhos
De frente no espelho
Para jogar fora o que está no fundo dentro mim

Descartando as máscaras que usei

Eu posso sentir que estou morrendo para renascer quantas vezes necessário

Eu sempre digo que sou da paz
Mas aqui dentro não há paz
Minha mente está explodindo com pensamentos chatos que conheço mais que mim próprio

Eu sou o que eu penso
Eu pensei que não acabou o inverno
O inferno particular que vivo
Ninguém vê pois não sentem na pele
A minha impulsividade de fazer coisas irracionais, machucando vocês
Indo contra os meus ideias, sendo mais um se sentindo solitário

Eu estou bem aqui dentro apenas é uma tempestade de pensamentos que devo lagar, sem querer que voltem
Limpando é melhorando a minha mente
Fazendo o que eu evitei por um tempo… – Gustavo Mateus S. B. C




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